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PF cumpre mandados no Iprev Maceió por suspeita em aplicações de R$ 97 milhões

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10/08/2026

 

Reprodução/Vídeo

A POLÍCIA FEDERAL (PF) cumpre, nesta segunda-feira (10/8), oito mandados de busca e apreensão no Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev), no Farol. A ação tem apoio da Controladoria-Geral da União (CGU).

Segundo a PF, os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e investigam possíveis irregularidades na aplicação de recursos do regime previdenciário municipal em letras financeiras de uma instituição privada.

As operações, realizadas em 2023 e 2024, movimentaram R$ 97 milhões. A apuração busca esclarecer etapas como credenciamento, cotação, análise de risco, governança e decisões que antecederam os investimentos.

A PF informou que apura uma possível gestão fraudulenta, além de outros crimes relacionados ao caso. Os atendimentos presenciais do instituto foram suspensos temporariamente nesta segunda, e os serviços deverão ser reagendados.

A investigação também acompanha o destino dos recursos aplicados no Banco Master, que sofreu intervenção e liquidação pelo Banco Central. O presidente da instituição, Daniel Vorcaro, foi preso.

Veja a nota da Prefeitura de Maceió na íntegra:

O Maceió Previdência informa que vem colaborando, desde o início, com as investigações, prestando todos os esclarecimentos e fornecendo as informações solicitadas pelas autoridades competentes. O Instituto reforça que os atos relacionados aos investimentos observaram os ritos legais e administrativos aplicáveis e destaca que seu patrimônio cresceu de aproximadamente R$ 400 milhões, em 2021, para mais de R$ 1,6 bilhão atualmente, garantindo a capacidade de pagamento de aposentados e pensionistas.

Polícia Federal investiga esquema de corrupção eleitoral com uso de serviços de saúde em Alagoas

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04/08/2026

Foto:Assessoria PFAL

 A POLÍCIA FEDERAL (PF) deflagrou, nesta terça-feira (4/8), a Operação Ruptura para desarticular um grupo suspeito de envolvimento em crimes de corrupção eleitoral, peculato e corrupção ativa e passiva em Alagoas.

Segundo as investigações, o esquema utilizava a oferta de consultas, exames e procedimentos médicos como estratégia para beneficiar candidatos durante o período eleitoral. Ao todo, foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares determinadas pela Justiça Eleitoral.

A PF informou que agentes públicos teriam utilizado listas paralelas e formas informais de agendamento para direcionar pacientes a uma unidade hospitalar. A prática garantia atendimento privilegiado a determinados usuários, deixando de seguir a ordem regular do sistema público de saúde.

Durante a operação, três armas de fogo irregulares foram apreendidas em diferentes endereços. Os casos relacionados aos armamentos foram encaminhados à POLÍCIA CIVIL DE ALAGOAS (PC/AL), responsável pela adoção dos procedimentos legais.

A investigação continua em andamento para identificar todos os envolvidos e esclarecer a extensão do suposto esquema. O hospital citado no inquérito não foi divulgado pela Polícia Federal.

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