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| Foto:Assessoria PFAL |
A POLÍCIA FEDERAL (PF) deflagrou, nesta terça-feira (4/8), a Operação Ruptura para desarticular um grupo suspeito de envolvimento em crimes de corrupção eleitoral, peculato e corrupção ativa e passiva em Alagoas.
Segundo as investigações, o esquema utilizava a oferta de consultas, exames e procedimentos médicos como estratégia para beneficiar candidatos durante o período eleitoral. Ao todo, foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares determinadas pela Justiça Eleitoral.
A PF informou que agentes públicos teriam utilizado listas paralelas e formas informais de agendamento para direcionar pacientes a uma unidade hospitalar. A prática garantia atendimento privilegiado a determinados usuários, deixando de seguir a ordem regular do sistema público de saúde.
Durante a operação, três armas de fogo irregulares foram apreendidas em diferentes endereços. Os casos relacionados aos armamentos foram encaminhados à POLÍCIA CIVIL DE ALAGOAS (PC/AL), responsável pela adoção dos procedimentos legais.
A investigação continua em andamento para identificar todos os envolvidos e esclarecer a extensão do suposto esquema. O hospital citado no inquérito não foi divulgado pela Polícia Federal.
