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Hospital da Cidade divulga nota e informa abertura de apuração sobre morte de bebê em Maceió

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04/08/2026


 O Hospital da Cidade se pronunciou, nesta terça-feira (4/8), sobre a morte de um bebê prematuro ocorrida na maternidade da unidade, em Maceió. Em nota oficial, a direção informou que instaurou um procedimento para apurar rigorosamente as circunstâncias do caso e afirmou que adotará todas as medidas administrativas cabíveis.

A unidade também informou que a mãe permanece internada sob acompanhamento da equipe multiprofissional e recebe toda a assistência necessária. Segundo o hospital, os familiares estão sendo acolhidos com suporte do Serviço Social e atendimento psicológico.

O caso aconteceu nesta segunda-feira (3/8), quando a gestante Morgana Lopes, de 21 anos, deu entrada no Hospital da Cidade com seis meses de gestação. De acordo com a instituição, ela evoluiu rapidamente para o trabalho de parto ainda durante o processo de triagem.

O bebê, identificado como Nícolas Ravi, nasceu na recepção da maternidade e, segundo relatos, caiu no chão logo após o parto. O recém-nascido foi encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu e morreu horas depois.

A ocorrência repercutiu nas redes sociais e mobilizou familiares, enquanto o caso deverá ser apurado para esclarecer as circunstâncias do nascimento e da morte do bebê.

Nota do Hospital da Cidade na íntegra

''O Hospital da Cidade lamenta profundamente a ocorrência registrada na maternidade e manifesta solidariedade aos familiares neste momento de luto.

A paciente grávida de seis meses deu entrada na unidade na tarde da segunda-feira (3/8), sendo acolhida e submetida aos procedimentos de atendimento e avaliação previstos pelos protocolos assistenciais. Na ocasião, a maternidade contava com equipe completa de plantão, composta pelos profissionais responsáveis pela assistência obstétrica e multiprofissional.

Conforme os registros iniciais de atendimento, a gestante evoluiu rapidamente para trabalho de parto ainda durante o processo de triagem. Ela permanece internada, sob acompanhamento contínuo da equipe multiprofissional, recebendo toda a assistência necessária. A família também está sendo acolhida pela instituição, com suporte do Serviço Social e atendimento psicológico.

Imediatamente após a ocorrência, o Hospital da Cidade instaurou procedimento para apuração rigorosa dos fatos, adotando todas as medidas administrativas cabíveis.

Desde a inauguração, a maternidade já realizou mais de 4 mil partos, oferecendo assistência humanizada, pautada pela segurança, acolhimento e cuidado com gestantes, puérperas e recém-nascidos.''

Bebê morre após nascer durante triagem e cair na recepção de hospital em Maceió

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Foto: Redes Sociais

 Um bebê morreu horas após nascer de forma prematura na recepção do Hospital da Cidade, em Maceió, nesta segunda-feira (3/8). Segundo as informações, o recém-nascido caiu no chão logo após o parto e morreu após ser encaminhado para atendimento médico. A mãe, Morgana Lopes, de 21 anos, permanece internada.

De acordo com os registros da unidade, a gestante, que estava com seis meses de gravidez, deu entrada no hospital durante a tarde e passou por avaliação da equipe de plantão. No entanto, ela evoluiu rapidamente para o trabalho de parto ainda durante o processo de triagem.

O bebê, identificado como Nícolas Ravi, nasceu na recepção da maternidade e foi levado imediatamente para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Apesar dos procedimentos adotados pela equipe médica, ele não resistiu e morreu ainda nesta segunda-feira (3/8).

O Hospital da Cidade informou que instaurou um procedimento interno para apurar rigorosamente as circunstâncias da ocorrência. A unidade também afirmou que adotará as medidas administrativas cabíveis diante do caso.

Segundo o hospital, Morgana Lopes continua internada sob acompanhamento da equipe multiprofissional. A instituição acrescentou que os familiares estão recebendo acolhimento e assistência durante o período de luto.


Famoso cirurgião é condenado após morte de bilionário durante procedimento estético em Paris

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30/01/2026

 

Foto: Reprodução

Um renomado cirurgião, conhecido por atender ricos e celebridades, foi condenado a 1 ano e 3 meses de prisão e proibido indefinidamente de exercer a medicina, após a morte do bilionário belga-israelense Ehud Arye Laniado, em Paris, durante um procedimento de aumento peniano, em março de 2019. O processo foi finalizado na última quarta-feira (28/1).

Ehud, de 65 anos, fazia tratamentos regulares com o médico, pagando dezenas de milhares de euros por consultas e procedimentos realizados de duas a quatro vezes por ano na clínica estética Saint-Honoré-Ponthieu. Durante a cirurgia, realizada fora do horário comercial, o bilionário sofreu uma parada cardíaca e morreu.

Inicialmente tratado como homicídio culposo, o caso evoluiu para investigações sobre omissão de socorro, crimes relacionados a drogas e exercício ilegal da medicina. Outro médico que auxiliava o cirurgião também foi condenado a 12 meses de prisão, mas teve a pena suspensa, sendo igualmente proibido de atuar na medicina.

Fontes relataram ao jornal Le Parisien que a morte não foi causada pela injeção aplicada no pênis, mas levantou questionamentos sobre o atraso no pedido de socorro — o primeiro chamado foi feito às 20h, com um segundo telefonema aos bombeiros duas horas depois. Os réus alegaram que o primeiro telefonema se deu por conta do comportamento irritado do paciente e da insistência em receber as injeções, apesar de dores abdominais.

Um médico parisiense, que preferiu manter o anonimato, afirmou que a situação não surpreende profissionais da cirurgia plástica de alto padrão, onde frequentemente “as regras são flexibilizadas”. Durante o julgamento, o advogado do cirurgião tentou minimizar o episódio, argumentando que o ataque cardíaco poderia ter ocorrido em qualquer lugar, até mesmo em uma pizzaria, e questionando se isso geraria processo em outras situações semelhantes.

Casos recentes da doença da urina preta reacendem alerta sobre consumo de pescados no país

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Casos recentes de doença de Haff reacendem alerta sobre consumo de pescados no país | Foto: Fabiane de Paula
Casos recentes de doença de Haff reacendem alerta sobre consumo de pescados no país | Foto: Fabiane de Paula

O registro recente de casos da doença de Haff  - também conhecida como “doença da urina preta” - no país voltou a chamar a atenção das autoridades de saúde e da população para uma condição rara, porém potencialmente grave, associada ao consumo de pescados. Em 2025, três casos foram confirmados no município de Itacoatiara, no interior do Amazonas, conforme divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do estado. Dois dos pacientes pertenciam à mesma família, e os episódios ocorreram nos meses de junho e dezembro.

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Três casos de doença de Haff são confirmados em Itacoatiara, no Amazonas

A doença de Haff é caracterizada pelo desenvolvimento súbito de rabdomiólise, um quadro que provoca a destruição das fibras musculares e a liberação de substâncias na corrente sanguínea. Os sintomas costumam surgir em até 24 horas após o consumo de peixes ou outros animais aquáticos e incluem dores musculares intensas, rigidez, fraqueza e alteração na coloração da urina, que pode ficar escura, semelhante a café ou chá preto.

De acordo com o levantamento das autoridades de saúde, ao longo de 2025 foram notificados nove casos de rabdomiólise em três municípios amazonenses. Após investigação epidemiológica detalhada, apenas três foram confirmados como doença de Haff, todos registrados em Itacoatiara. Os pacientes relataram início dos sintomas cerca de nove horas após ingerirem peixe, principalmente pacu, preparado de forma frita ou assada e consumido em ambiente domiciliar.

Os exames laboratoriais realizados apontaram níveis elevados da enzima creatinofosfoquinase (CPK), com média de 6.400 U/L, valor bastante acima do considerado normal para adultos. A elevação dessa enzima é um dos principais marcadores para o diagnóstico da rabdomiólise e, consequentemente, da doença de Haff, quando não há outras causas conhecidas que expliquem o quadro clínico.

A coordenadora do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Amazonas (Cievs-AM), Roberta Danielli, informou que todas as notificações passaram por investigação criteriosa, realizada em conjunto com as vigilâncias municipais. Segundo ela, em todos os casos compatíveis houve relato do consumo de pacu, preparado de maneira simples, principalmente frito ou assado.

Apesar de ainda não existir um agente causador identificado, a doença de Haff exige atenção imediata. Não há tratamento específico, e a abordagem médica é focada no controle dos sintomas e na prevenção de complicações, especialmente a insuficiência renal. A hidratação intensa e o acompanhamento da função dos rins são medidas fundamentais. Na maioria dos casos, o prognóstico é favorável quando o atendimento ocorre de forma rápida e adequada.

Três casos de doença de Haff são confirmados em Itacoatiara, no Amazonas

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Reprodução

Três casos de doença de Haff foram confirmados em Itacoatiara, no interior do Amazonas, em 2025, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira (29) pela Fundação de Vigilância em Saúde - Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). A síndrome é rara e está associada à rabdomiólise súbita, geralmente desencadeada pelo consumo de peixes ou crustáceos de água doce.

A doença provoca sintomas como dor intensa, rigidez muscular e urina escura, com coloração semelhante à do café. Em todo o estado, foram registrados nove casos de rabdomiólise em três municípios, mas apenas três foram confirmados como doença de Haff, todos em Itacoatiara. Dois dos pacientes pertenciam à mesma família, e os episódios ocorreram em junho e dezembro, na área urbana da cidade.

Os pacientes apresentaram fraqueza muscular, dores intensas nos músculos e urina escura. Exames laboratoriais indicaram níveis elevados da enzima creatinofosfoquinase (CPK), com média de 6.400 µ/L — muito acima do valor normal, que varia entre 20 e 200 U/L em adultos, dependendo do sexo e do laboratório. Os sintomas surgiram aproximadamente nove horas após o consumo de pescado, principalmente pacu preparado frito ou assado.

A coordenadora do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Amazonas (Cievs-AM), Roberta Danielli, afirmou que todas as notificações passaram por investigação criteriosa, em parceria com as vigilâncias municipais, garantindo a precisão dos dados e o acompanhamento dos casos.

Anvisa autoriza cultivo restrito de cannabis medicinal no brasil

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28/01/2026

 

Foto: Reprodução

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma resolução que permite, de forma restrita, o cultivo de cannabis medicinal no Brasil por empresas, universidades e associações de pacientes. A medida, no entanto, não autoriza o plantio para a população em geral nem libera o uso recreativo da planta.

Antes da decisão, o cultivo da cannabis para fins medicinais era proibido, mesmo com a legislação permitindo a manipulação, o registro e a comercialização de produtos à base da planta. Com isso, empresas precisavam importar os insumos, o que limitava a pesquisa científica e a produção nacional de medicamentos.

A mudança atende a um pedido do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que, em novembro de 2024, determinou que a Anvisa regulamentasse o cultivo exclusivamente para fins medicinais e farmacológicos. Segundo especialistas, a decisão abre caminho para que a pesquisa e a produção de produtos à base de cannabis utilizem matéria-prima nacional, com fiscalização sanitária e padronização de insumos, acelerando o desenvolvimento de estudos e medicamentos.

Atualmente, os produtos à base de cannabis disponíveis no país têm concentrações menores dos princípios ativos e não são classificados como medicamentos, pois não passam por testes clínicos completos de eficácia. Com a nova regulamentação, empresas poderão cultivar a planta com teor de THC de até 0,3%, sob rigoroso controle do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A resolução também estabelece regras específicas para centros de pesquisa e instituições de ensino, exigindo barreiras físicas, vigilância 24 horas e inspeções sanitárias. Produtos resultantes das pesquisas não poderão ser comercializados ou distribuídos a pacientes. Além disso, associações de pacientes autorizadas poderão produzir derivados da cannabis exclusivamente para atendimento de seus associados.

A Anvisa incluiu a cannabis em sua lista de substâncias sob controle especial, ao lado de entorpecentes e psicotrópicos, consolidando a regulamentação. Especialistas e advogados destacam que, até agora, o impasse regulatório obrigava a importação dos insumos, limitando o mercado interno e o desenvolvimento de medicamentos nacionais. Com a medida, o Brasil ganha um marco regulatório que pode impulsionar tanto a pesquisa científica quanto a produção local de cannabis medicinal.


Saúde de Maceió identifica casos de Meningite C e realiza vacinação de bloqueio

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Vacinação contra Meniginte em Maceió | Foto: Secom Maceió
Vacinação contra Meningite em Maceió | Foto; Secom Maceió

 A Secretaria Municipal de Saúde de Maceió registrou três casos de meningite meningocócica do tipo C nos bairros Benedito Bentes e Serraria em um período de 90 dias. De acordo com os critérios do Ministério da Saúde, a ocorrência configura situação de alerta, exigindo ações imediatas para conter a circulação da bactéria.

Como medida preventiva, a Vigilância Epidemiológica programou uma vacinação de bloqueio para este sábado (31), das 8h às 17h, em pontos próximos aos locais onde os casos foram confirmados. A campanha também alcançará áreas em um raio de 1 km ao redor, abrangendo partes dos bairros Ouro Preto, Canaã e Barro Duro, devido à circulação de moradores entre essas regiões.

A vacina contra a meningite C é indicada para pessoas de três meses a 80 anos, segundo o protocolo do Ministério da Saúde. Gestantes e lactantes não devem receber a dose neste momento. A imunização será direcionada apenas aos moradores das áreas delimitadas pela Vigilância Epidemiológica, e não a toda população dos bairros.

A Secretaria reforça que a participação da população é essencial para o sucesso da ação, destacando que a vacinação é uma medida segura e eficaz para reduzir o risco de novos casos. Além disso, orienta que qualquer pessoa que apresente sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos ou manchas pelo corpo procure imediatamente uma unidade de saúde. Para receber a vacina, é necessário apresentar cartão de vacinação e CPF.

Maceió reduz casos de dengue em mais de 87% e aposta em vacinação e educação como estratégias-chave

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06/07/2025

Vacinação contra a dengue em parceria com as escolas mantém casos sob controle | Foto: Ascom SMS
Vacinação contra a dengue em parceria com as escolas mantém casos sob controle | Foto: Ascom SMS

Apesar do aumento das chuvas, que costuma elevar os casos de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, Maceió registrou uma queda expressiva de mais de 87% nos casos confirmados de dengue na primeira quinzena de junho, em comparação com o mesmo período de 2024. Os dados são do Boletim Epidemiológico Semanal das Arboviroses, divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Esse resultado é fruto de um conjunto de estratégias integradas. Além do trabalho direto de combate aos focos do mosquito, realizado pelos agentes de endemias, o município tem investido em campanhas educativas e ações voltadas à prevenção, especialmente junto a públicos estratégicos, como estudantes da rede pública.

A chegada da vacina contra a dengue ao SUS em 2024 possibilitou novas abordagens. Maceió aderiu à campanha nacional, priorizando a faixa etária de 10 a 14 anos. A SMS inovou ao articular a vacinação diretamente com escolas públicas por meio do Programa Saúde na Escola (PSE), em parceria com a Coordenação Técnica de Imunização do município.

De julho a dezembro de 2024, foram aplicadas 3.039 doses da vacina em alunos de 82 escolas. As ações incluíram busca ativa de estudantes autorizados pelos pais, que eram levados às unidades de saúde próximas às escolas para receberem o imunizante.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Claydson Moura, a campanha reflete o compromisso de Maceió com a prevenção. “Em todas as campanhas de imunização que realizamos, buscamos proteger as crianças e levar saúde e acesso ao imunizante, conscientizando profissionais e familiares sobre a importância de combater doenças, como a dengue, através da vacinação”, afirmou.

A vacinação contra a dengue segue disponível nas unidades de saúde da capital. O esquema vacinal consiste em duas doses para crianças de 10 a 14 anos, com intervalo de três meses entre as aplicações.

*Com informações da Assessoria

Período chuvoso e festas juninas aumentam risco de crises em pacientes com asma

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23/06/2025

Apesar de ser mais comum em crianças e adolescentes, a asma pode acometer pessoas de todas as idades | Foto: Beatriz Castro
Apesar de ser mais comum em crianças e adolescentes, a asma pode acometer pessoas de todas as idades | Foto: Beatriz Castro

Com a chegada das chuvas e o início das festividades juninas, crescem os fatores que podem desencadear crises em pessoas com asma, doença inflamatória crônica que afeta as vias respiratórias. Segundo o pneumologista Luiz Cláudio Bastos, do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, é essencial que pacientes asmáticos fiquem atentos a elementos como fumaça, poeira, mofo e outros alérgenos comuns neste período.

Apesar de mais prevalente entre crianças e adolescentes, a asma pode atingir indivíduos de todas as faixas etárias. Entre os sintomas mais típicos estão o chiado no peito, a tosse persistente — especialmente ao acordar ou à noite — e a sensação de aperto no tórax.

“As crises asmáticas são comumente provocadas por alergias. O estresse e o excesso de exercício físico também podem ser gatilhos. Quando os sintomas aparecem, é essencial utilizar a medicação prescrita, à base de corticoides inalatórios e broncodilatadores. Caso não haja melhora, o paciente deve procurar atendimento médico imediato”, orienta o pneumologista.

Diagnóstico e controle da asma

O diagnóstico é realizado a partir da avaliação clínica e exames como a espirometria, que mede a obstrução das vias aéreas após o uso de broncodilatadores. O histórico do paciente, condições ambientais e doenças associadas, como rinite e sinusite, também são levados em consideração.

Embora não tenha cura, a asma pode ser controlada. Em muitos casos, os sintomas diminuem com o passar dos anos, principalmente na vida adulta. O tratamento é personalizado, variando de acordo com o perfil de cada paciente.

“É fundamental buscar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) diante de uma crise, e dar continuidade ao acompanhamento médico em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Clínica da Família, que, se necessário, podem encaminhar para serviços especializados”, explica o médico.

Além da medicação, o controle da doença exige a adoção de hábitos saudáveis e a manutenção de ambientes limpos e bem ventilados. Com os cuidados adequados, pessoas com asma podem ter uma vida ativa e com menos riscos de complicações.

*Com informações da Assessoria

Feriado altera funcionamento dos serviços de saúde em Maceió

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30/04/2025

Confira o funcionamento dos serviços de saúde no feriado | Foto: Jonathan Lins/ Secom Maceió
Confira o funcionamento dos serviços de saúde no feriado | Foto: Jonathan Lins/ Secom Maceió

Em razão do feriado do Dia do Trabalhador, celebrado nesta quinta-feira (1º/4), e do ponto facultativo na sexta-feira (2), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Maceió informou mudanças no funcionamento de suas unidades e serviços. Alguns atendimentos só serão retomados na segunda-feira (5).

Confira como ficarão os atendimentos na capital:

Unidades de saúde e Pam Salgadinho

As unidades de saúde fecham, no dia 1° de maio e na sexta-feira (2), retomando o atendimento na segunda-feira (5). O Pam Salgadinho fecha, nesta quinta-feira (1°), mas retoma o atendimento normal na sexta-feira (2).

Unidade de Vigilância de Zoonoses

A Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ) também fecha para o atendimento ao público nos dias 1° e 2 de maio, retomando os atendimentos na segunda-feira (5).

No entanto, durante o feriado e o ponto facultativo, a UVZ vai manter o regime de plantão para possíveis apreensões de animais e demais denúncias da população. O plantão funcionará no horário das 8h às 16h e pode ser acionado por meio do WhatsApp (82) 98882-8240.

Vacinação

A vacinação funcionará normalmente em todos os pontos de imunização durante o feriado da quinta-feira (1º) e do ponto facultativo da sexta-feira (2).

Confira os horários:

• Tenda Saúde da Gente: 8h às 20h;
• CAT Mercado: 8h às 12h (quinta-feira) e 8h às 14h (sexta-feira);
• Maceió Shopping: das 13h às 21h;
• Shopping Pátio: das13h às 21h;
• Parque Shopping: das 15h às 21h.

Saúde da Gente

A tenda do Saúde da Gente seguirá normalmente oferecendo atendimento à população durante o feriado e o ponto facultativo. Os serviços estão disponíveis no Residencial Oiticica 2, no Benedito Bentes, parte alta da capital alagoana, das 8h às 20h.

CAT Mercado

O Centro de Atendimento ao Turista (CAT) Mercado, situado no estacionamento do Mercado do Artesanato (Levada), vai manter o funcionamento normal na quinta-feira (1°), no horário das 8h às 12h. Na sexta-feira (2l, o serviço funciona das 8h às 14h.

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