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Homem é flagrado praticando ato obsceno próximo a academia em Arapiraca

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12/08/2026

 

Reprodução/Já É Notícia

Um homem foi flagrado praticando um ato obsceno nas proximidades de uma academia em Arapiraca, no Agreste de Alagoas, na manhã desta quarta-feira (5). A situação foi registrada em vídeo por uma pessoa que estava no local.

Nas imagens, o suspeito aparece em um terreno baldio próximo a uma janela, enquanto observava as pessoas que estavam na academia. Ao perceber que era filmado, ele tentou se esconder entre a vegetação.

O homem também aparece cobrindo o rosto com uma camisa durante a ação. O vídeo mostra que ele permaneceu próximo ao estabelecimento enquanto acompanhava a movimentação no local.

Até o momento, a identidade do suspeito não foi divulgada. Também não há informações sobre o acionamento da polícia ou sobre o registro formal da ocorrência.

Condutor de cinquentinha fica ferido após acidente com veículos no interior de Alagoas

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11/08/2026

Homem foi socorrido pelo Samu | Foto: Reprodução
Homem foi socorrido pelo Samu | Foto: Reprodução

Um homem ficou ferido após a cinquentinha que conduzia se envolver em um acidente com outros veículos, nesta terça-feira (11/8), na Avenida Deputada Ceci Cunha, no bairro Itapoã, em Arapiraca. A ocorrência também provocou congestionamento na região.

Segundo informações, o condutor seguia pela Rua Nossa Senhora da Salete e tentava acessar a Avenida Ceci Cunha quando houve a colisão lateral com um jipe. Após o primeiro impacto, ele perdeu o controle do ciclomotor e atingiu outro automóvel que estava estacionado.

Com escoriações, o homem recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi levado ao Hospital de Emergência do Agreste (HEA). Não foram divulgadas informações atualizadas sobre o estado de saúde da vítima.

A Polícia Militar (PM) foi acionada para prestar apoio, enquanto o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) ficou responsável pelos procedimentos relacionados à ocorrência. A dinâmica do acidente ainda não havia sido detalhada oficialmente.

O acidente deixou o trânsito lento na Avenida Deputada Ceci Cunha. Agentes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) estiveram no local para orientar os motoristas e organizar o fluxo de veículos.

Pais relatam agressões e uso de spray de pimenta contra estudantes em Arapiraca

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Foto:Reprodução

Pais de estudantes denunciaram que alunos teriam sido atingidos por spray de pimenta e agredidos por agentes do Ronda no Bairro nesta segunda-feira (10), na saída das aulas do Complexo Educacional Integrado, em Arapiraca.

Segundo relatos, o episódio ocorreu no ponto de ônibus localizado na área externa da unidade. Os estudantes aguardavam os veículos escolares quando houve uma confusão. Um dos pais disse que a filha apresentou irritação na pele após ser atingida pelo produto.

Após o caso, familiares procuraram a direção da escola para pedir esclarecimentos. A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), porém, afirmou que a intervenção ocorreu para conter um tumulto e que o spray foi lançado para o alto.

Conforme a Seduc, a Escola Estadual Aurino Maciel havia identificado um desentendimento entre alunas e adotado as medidas previstas. A confusão teria continuado no ponto de ônibus, onde a equipe do Ronda no Bairro interveio sem utilizar força física.

Ainda segundo a secretaria, as estudantes envolvidas foram identificadas pelo gerente de Frota do Transporte Escolar da 5ª Gerência Regional de Educação. Os responsáveis foram chamados pela escola para prestar esclarecimentos e acompanhar as medidas disciplinares.

Nota na íntegra da Seduc

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que, sobre o episódio registrado no Complexo Educacional Integrado, em Arapiraca, a direção da Escola Estadual Aurino Maciel agiu prontamente ao identificar o desentendimento inicial entre as alunas, aplicando as advertências e orientações cabíveis.

O conflito teve desdobramento no ponto de ônibus da área externa, momento em que a equipe do Ronda no Bairro interveio de forma pacífica para conter o tumulto e, para dispersar os envolvidos sem uso de força física, utilizou spray de pimenta direcionado para o ar.

As estudantes foram rapidamente identificadas pelo gerente de Frota do Transporte Escolar da 5ª Gerência Regional de Educação (GEE), e os pais e responsáveis já foram convocados para comparecer à unidade de ensino para as devidas providências disciplinares.

Moradores cercam residência de babá suspeita de agredir criança com TEA em Arapiraca

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31/01/2026

Babá é suspeita de agredir menino com autismo em Arapiraca | Foto: Reprodução
Babá é suspeita de agredir menino com autismo em Arapiraca | Foto: Reprodução

Em Arapiraca, um grupo de moradores cercou a casa de uma babá suspeita de agredir fisicamente uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), após denúncias sobre o caso viralizarem na última quinta-feira (30/1). A Polícia Militar foi chamada para garantir a segurança da mulher e evitar conflitos.

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Segundo a PM, a equipe foi acionada após denúncias de que a mulher poderia ser atacada. Ao chegar ao local, os policiais encontraram os moradores em frente à residência, onde a babá estava abrigada na casa de familiares, temendo possíveis agressões em razão da repercussão do caso.

Ainda de acordo com a corporação, os manifestantes não tinham ligação direta com o episódio. A suspeita e o grupo foram levados à Central de Flagrantes, mas não houve registro de termo circunstanciado por ameaça, já que a babá não conseguiu identificar autores específicos e apenas ouviu gritos vindos de fora da residência.

O caso

A investigação apura se a babá cometeu agressões contra uma criança com TEA. O caso foi divulgado na sexta-feira (30) pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL), após a circulação de um vídeo nas redes sociais, que motivou a abertura da investigação. A identidade da suspeita não foi divulgada.

De acordo com as apurações, o vídeo foi publicado pela tia da criança em seu perfil pessoal. Ela afirma que o sobrinho teria sido espancado e que vizinhos registraram imagens da babá obrigando o menino a ingerir material fecal.

MP apura denúncia de agressão contra criança com TEA no interior de Alagoas

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30/01/2026

Sede do Ministério Público de Alagoas (MPAL) | Foto: Ascom MPAL
Sede do Ministério Público de Alagoas (MPAL) | Foto: Ascom MPAL

O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) vai apurar o conteúdo de um vídeo que circula nas redes sociais e que traz denúncias de agressão contra uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em Arapiraca. O menino é classificado como suporte 3 e não verbal, e as imagens levantam a suspeita de que a violência teria sido praticada pela babá responsável pelos cuidados da criança.

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Diante da repercussão do caso, a Promotoria da Infância e da Juventude instaurou, nesta sexta-feira (30), um procedimento preliminar para investigar os fatos. A atuação é conduzida pela promotora de Justiça Viviane Farias, que determinou a adoção das primeiras medidas para apuração da denúncia.

Além da abertura do procedimento, o Ministério Público acionou o Conselho Tutelar e iniciou articulações com a Polícia Civil. O objetivo é garantir as providências legais necessárias, incluindo a possibilidade de instauração de inquérito para identificar responsabilidades.

Segundo a promotora, as acusações são graves e envolvem uma vítima em condição de extrema vulnerabilidade. Viviane Farias ressaltou que é inaceitável qualquer forma de violência contra crianças, especialmente aquelas com limitações decorrentes de transtornos do neurodesenvolvimento, e garantiu que o caso será acompanhado até sua conclusão.

"Aproveito o ensejo para alertar á população que, diante de quaisquer casos de crimes ou violação de direitos, não se prendam às redes sociais, mas procurem as autoridades competentes, os órgãos de proteção para comunicar o fato”, destaca Viviane.

O vídeo que motivou a investigação foi divulgado por uma tia da criança em uma rede social. Nas imagens, ela afirma que o sobrinho teria sido agredido fisicamente e relata que vizinhos teriam flagrado a babá obrigando o menino a ingerir material fecal. De acordo com a familiar, a criança não possui comunicação verbal nem interação social.

Vídeo que circula nas redes mostra suposta agressão contra criança com autismo em Alagoas

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Vídeo gravado no quintal de casa motivou denúncia | Foto: Reprodução
Vídeo gravado no quintal de casa motivou denúncia | Foto: Reprodução

Um vídeo que circula nas redes sociais nos últimos dias mostra uma suposta agressão contra uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), no município de Arapiraca, no Agreste de Alagoas. As imagens, divulgadas por uma familiar do menino, apontam que a violência teria sido cometida pela babá responsável pelos cuidados da criança.

Segundo a família, o menino é não verbal e classificado como suporte 3, o que indica um alto nível de dependência para atividades do dia a dia. A gravação causou indignação entre internautas e levantou questionamentos sobre a segurança e o acompanhamento de crianças em situação de vulnerabilidade.

Após a repercussão do vídeo, o Ministério Público do Estado de Alagoas instaurou um procedimento preliminar para apurar os fatos. A investigação é conduzida pela Promotoria da Infância e da Juventude de Arapiraca, sob responsabilidade da promotora de Justiça Viviane Farias.

Além da abertura do procedimento, o MP acionou o Conselho Tutelar e iniciou articulações com a Polícia Civil para que seja instaurado um inquérito policial. O objetivo é esclarecer o que de fato aconteceu, identificar os responsáveis e adotar as medidas legais cabíveis.

Veja o vídeo na íntegra:



Familia denúncia babá por maus-tratos a criança de 5 anos autista no interior de Alagoas

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Uma família de Arapiraca, no Agreste alagoano, registrou denúncia de agressão contra um menino de 5 anos, portador de autismo grau 3. A suspeita recai sobre a babá da criança, que começou a trabalhar na casa da família em junho de 2025. A denúncia motivou a abertura de um inquérito policial, após o registro de Boletim de Ocorrência.

Segundo a mãe da criança, que trabalha como diarista, a babá era responsável por buscá-lo na escola e levá-lo para a residência da profissional, localizada no bairro Brasília, onde permanecia por cerca de quatro horas. A própria escola do menino alertou a genitora sobre mudanças de comportamento percebidas durante a rotina de saída, o que levantou suspeitas sobre a conduta da babá.

No dia 30 de dezembro, um vizinho da família procurou a mãe para mostrar um vídeo gravado por cima do muro, em que é possível ouvir a babá dizendo ao menino: "Tá chorando, é? Cala a boca... Só vai no pau você". Além disso, há suspeitas de que a criança tenha sido forçada a ingerir fezes, pois ao ser buscado em outro dia, apresentava forte odor.

Diante da gravidade dos fatos, o Ministério Público de Alagoas (MPAL) instaurou um procedimento para apurar os supostos maus-tratos, acionando também o Conselho Tutelar da cidade para acompanhar o caso. A investigação segue em andamento para identificar responsabilidades e garantir a proteção da criança.

PM apreende drogas durante apuração de denúncia de gritaria em casa em Arapiraca

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10/07/2025

Suspeito foi flagrado com maconha, balança de precisão e material para embalar entorpecentes | Foto: Ascom PMAL
Suspeito foi flagrado com maconha, balança de precisão e material para embalar entorpecentes | Foto: Ascom PMAL

Um homem de 24 anos foi preso na tarde de quarta-feira (9/7) no bairro Caititus, em Arapiraca, após a Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) ser acionada para verificar uma denúncia de possível violência doméstica. No local, os policiais encontraram drogas e material utilizado no tráfico.

A guarnição da Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam), do 3º Batalhão, foi chamada por populares que relataram ter ouvido gritos vindos de uma residência. Ao chegar ao imóvel, os militares abordaram o suspeito, que estava saindo da casa.

Durante a revista pessoal, foram encontradas duas porções de maconha. Com autorização da proprietária do imóvel, os policiais realizaram buscas internas e encontraram mais duas porções da droga, uma balança de precisão e um rolo de plástico filme para embalo.

No que diz respeito à suposta gritaria, os agentes constataram que se tratava do choro do filho do suspeito, um bebê que estava doente. O homem foi encaminhado à Central de Polícia, onde foram adotadas as providências legais.

Paciente que perdeu testículo após erro médico será indenizado em R$ 20 mil em Alagoas

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18/06/2025

Paciente que perdeu testículo após erro médico será indenizado em R$ 20 mil em Alagoas | Foto: Ilustração
Paciente que perdeu testículo após erro médico será indenizado em R$ 20 mil em Alagoas | Foto: Ilustração

A Justiça de Alagoas condenou um médico a indenizar em R$ 20 mil um paciente que perdeu um testículo após erro de diagnóstico e falhas no atendimento no Hospital Nossa Senhora do Bom Conselho, em Arapiraca, no Agreste do estado. A decisão foi publicada na última segunda-feira (16/6) e ainda cabe recurso.

O caso ocorreu em março de 2012. De acordo com os autos, o paciente procurou atendimento médico com fortes dores testiculares, mas recebeu diagnóstico de cólica nefrética. O médico responsável não seguiu os protocolos recomendados para emergências urológicas, limitando-se a prescrever analgésicos e orientar o paciente a procurar um urologista posteriormente.

Conforme o laudo pericial, o quadro clínico do paciente indicava uma possível torção testicular, condição que exige ação imediata. A ausência de internação, a não solicitação de avaliação cirúrgica de urgência e a falta de encaminhamento a uma unidade especializada contribuíram para a perda do órgão reprodutor.

A sentença reconheceu negligência e imperícia na conduta do médico. A juíza responsável pelo caso fixou a indenização em R$ 10 mil por danos morais e R$ 10 mil por danos estéticos, valores que deverão ser corrigidos com base na taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) desde a data do ocorrido.

A decisão destaca a importância do cumprimento rigoroso dos protocolos médicos, especialmente em situações de emergência, para garantir a segurança e a saúde dos pacientes. O hospital onde o atendimento ocorreu não foi incluído na condenação.

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